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YAMÊ ARAM

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O RAIO QUE O PARTA!


Quando você nasce, é imediatamente identificado pelo que tem no meio da perna. Nem sempre dá certo. O raio sempre cai, nem sempre duas vezes. Mas, quando cai… sua descarga elétrica mata o caboco descalço.” Ter os pés no chão” é burrice, principalmente quando tá chovendo. Lá Iara não usa espelho. Se bem que ela é dos índios. Que não sabem o que é isso, só mata. Yemanjá é mais evoluída, rainha do mar, Iara é das águas. Pororoca é o encontro das duas, com ondas de magoas. Quem acha que pode, se ferra na beirada. O espelho dá reflexo. Tesoura malvada. Havaiana no pé, é bom tá calçado. É artigo de luxo no sudeste, mas, lá no meio do nada... Também não segura muito tempo . Ela arrebenta. Ainda bem que tem prego pra furar buraco. Já vi raio cair, avisei todo mundo, ninguém quiz sair! Salvei quem escutou, três me negou. Isso lembra Pedro, que sempre vacilou, e hoje é a pedra que ninguém colocou. Somente um clarão, se viu sem supor, quem recostava o braço no balcão se ferrou. Um grande estrondo, seguido de dor, daquele que na pedra sem medo encostou. O povo caiu, o raio também, ou melhor, ele subiu,a luz ascendeu, mas, ninguém viu. A Puraqué tomou choque, e medo sentiu, barriga queimada em todos surgiu. Somente a Cobra Grande e dois bebês foram salvos, embrulhados em toalhas com os pés no alto. A selva é assim, sobe e cai raio pra todo lado!

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