BOAS VINDAS!

Obrigada por visitar meu blog! Espero que tenha gostado! Dúvidas e comentários serão respondidos com atenção. Para ler todos os posts de uma história, é só clicar nos marcadores!



YAMÊ ARAM

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA III

A MUDANÇA.

 Minha mãe, tomou um susto com meu grito.

  –QUE FOI MENINO? Perguntou minha mãe, assustada comigo.

  –Eu tomei um choque! Foi a melhor desculpa que eu podia inventar. Mas, pelo menos eu tinha conseguido achar o interruptor e acender a luz.

  O quarto estava totalmente vazio, havia somente uma corrente pregada na parede, como se tivesse sido colocada ali para segurar alguma coisa. Eu sempre desconfiada de tudo, “e o desconfiado vive até hoje”, fiquei perguntando-me o que aquelas correntes enormes prediam.

  -Vou mandar arrancar essas correntes horríveis! Quem decoraria um quarto com uma coisa horrorosa dessas? Questionou minha mãe, sem nem se perguntar, por que alguém prenderia correntes enormes dentro daquele quarto.

  Ela era totalmente inocente. O que lhe custou muito caro. Eu tentava dá desculpas esfarrapadas. Já que avisá-la do perigo não adiantava nada. Ela nunca me ouviu.

  Mudamos para a nova casa numa sexta feira pela manhã, que estava linda. O sol brilhava esplendoroso. Os passaros cantavam no quintal. Mas, dentro da casa estava frio. No Amazonas é muito raro fazer frio. Num calor de quarenta e cinco graus até a sombra é quente. Eu sabia que algo estava errado, e que nossa nova casa, tinha resevado uma grande recepção.

  Chamei meus irmãos e pedi a eles que não andassem sozinhos pela casa, e não mexessem em nada. A noite, esperei todos dormirem, lenvantei devegar para não fazer barulho, e caminhei na ponta do pé, nada diferente do eu estava acostumada a fazer na surdina da noite…Fui até o quarto escuro, quando cheguei na porta, ouvi barulho de correntes caindo no chão. Eu parecia gato brigando com cachorro, toda arrepiada, mas, “quando não tem tu, vai tu mesmo”.

   Abri a porta, ascendi a luz, e cai sentada no chão. As correntes estavam flutuando no ar, eu nem tinha forças para levantar as duas, de tão grande e grossas que eram. Mas, elas flutuavam com se fossem de algodão, não aquele doce.

Google+ Badge

Google+ Followers

VideoBar

Este conteúdo ainda não está disponível por conexões criptografadas.

Seguidores

Follow by Email

Google+ Followers