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YAMÊ ARAM

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A CASA MAL ASSOMBRADA II

O QUARTO DO MEDO.

  Após termos entrado na casa, e olhado todos os cômodos, eu percebi que havia um quarto fechado com corrente e cadeado. Nunca consegui controlar minha curiosidade nem a língua.

  -Moça ainda falta um quarto, aquele que está fechado! Ela olhou-me querendo matar-me com os olhos.

  Logo vi que não era de sua vontade mostra-nos aquele lugar. Mas, sabia que minha mãe ficaria curiosa, e ía querer ver imediatamente o local. E assim, contra a vontade da corretora, que enfiando a mão no bolso, retirou uma chave preta, diferente de todas as chaves que estavam em sua mão, e nos conduziu por um corredor enorme e escuro até o final, onde estava uma porta de Itaúba Preta, que também era diferente de todas as portas daquela enorme casa.

 Quando a corretora abriu a porta do quarto, um vento gelado soprou em nós, levantando nossos cabelos de tão forte que foi aquilo. Olhei para a carretora, que estava suando e com as mãos totalmente trêmulas, minha situação também não era diferente. Eu soube naquele exato momento que a energia assombrosa que eu percebera do lado de fora da casa, estava ali naquele quarto escuro. Fiquei feliz por minha mãe não ter percebido nada, ela estava totalmente deslumbrada com a casa.

 -Acenda a luz! Disse minha mãe para a corretora.

 -Desculpe senhora, vou ao banheiro rápidinho, e já volto! Disse a corretora com a voz engasgada na garganta.

  -Tudo bem mãe, deixa que eu acendo, espere aqui! Disse eu a minha mãe, tentando protegê-la.

  Respirei fundo, e entrei naquela escuridão que morava dentro do quarto. O ar era palpável e frio, parecia que o quarto respirava e tinha olhos observando você o tempo todo. Não dava pra ver nada, mas, era evidente para mim, que não seria uma boa aquisição para minha família. Meu medo maior era pelos meus irmãos que eram mais novos do que eu, e não tinham nem idéia do viveríamos ali.

  Tive que tomar a frente, e sai apalpando as paredes, tentando encontrar a tomada para acender a luz, quando consegui achar a tomada, uma mão enrugada, parecendo mão de velho, com a pele aspera e fria, apertou meu dedo contra o interruptor da tomada. Eu dei um grito, que toda a cidade de Parintins deve ter ouvido! E a luz imediatamente acendeu.

  Se você sofrer de pânico ou do coração, não leia os próximos posts!

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