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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A CIDADE PARINTINS

A ilha tupinambarana perece ter sido abençoada por Tupã o Deus do Som, ou que seja pelas Amazonas. O certo, é que a ilha dos índios Parintintins isolada no meio da floresta amazônica, possui uma das maiores festas regionais do mundo. Lá a cultura dos cabocos, sua fé, seu misticismo e sua origem indígena são personalizados pelo som do Boi Bumbá. O rufar de seus tambores traz desordem e discórdia entre seus moradores, que se dividem entre Azul e Vermelho. Garantido e Caprichoso. Elite e Povão. Mas, nada apaga a magnitude dessa manifestação cultural grandiosa dos parintinenses, que são completamente apaixonados pelos dois bois, -modo de dizer, por que na realidade tudo é divido na ilha dos índios parintintins. De um lado os telefones da telemar são vermelhos, e de outro a cola cola é azul. Tudo muda de cor nessa cidade, e se não mudar…-Prefiro não comentar! Há quarenta e sete anos um boi morre e outro ganha, mas, no frigir dos ovos os dois permanecem vivos dentro do coração de cada parintinense, que chegam ir parar no hospital quando é anunciada a derrota de seu boi. Maria Belém Cuxaxata que nos diga…Lindolfo Monte Verde nos dê sua fé…Roque Cid sua cultura…e os Parintinenses seu amor e paixão incondicional por seus bois. Olha inda, gente! Olha já! É tucumã cum pão…ou pode ser cum mucajá!

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