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YAMÊ ARAM

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A COBRA GRANDE DO AMAZONAS

       Enquanto nas cidades as cobras tem pernas e não são tão grandes assim, as cobra grande que vi no Amazonas são capazes de engolir um boi e usam homens para palitar os dentes, que por sinal são muitos e afiados.

       Mas, pior do que os dentes é o abraço dessa condenada do Éden, que mata esmagando sua presa indefesa.

        A cobra grande hipnotiza sua presa, que rodopia confundida pelo ultra som. Ela observa imóvel a palhaçada da presa, -depois contarei uma história da mordida da cobra-, aí, ela abocanha, envolvendo-a com um abraço nada amigável.

        Com a presa já envolvida num bolo de cobra enorme, essa irmã de Satã coloca sua narina perto do nariz da presa e começa uma tortura já conhecida por todos, e que também era a preferida do Conde Drácula. Será que ele apendeu com ela? Acho que não... ela é bem mais antiga!

         A Cobra Grande introduz o rabo no ânus da presa, enquanto a esmaga com o abraço do Diabo, enfiando, e apertando. -Ui...que cobra viril! -Após toda essa dolorosa morte e com seu patê pronto -se bem que eu gostei- ela dilata sua mandíbula, que chega a medir até um metro e meio de tamanho -isso é bom pra um boquete sucuri...só não é tão gostoso quanto o outro! -E com sua boca completamente dilatada a sucuriju começa então a engolir sua presa sem dificuldade, liberando uma gosma que ajuda a presa toda arregaçada sem nenhum empecilho sumir dentro da boca de uma cobra como ela.

         Eu já vi uma galinha ser apanhada por uma sucuriju. Corri para vê o que era aquele bolo escuro que tinha enrolado a minha galinha. Mas, quando cheguei perto, vi que era uma sucuruju. Fiquei ali vendo aquela cobra preta que nem breu esmagar até quebrar todos os ossos da pobre galinha. Eu podia ouvir o estralo de cada osso que quebrava. Quem pensa que viver em terra firme é sinônimo de segurança está enganado, essa boqueteira do Amazonas quando atinge a incrível marca de oito metros, vai para terra caçando apenas com o seu poder hipnótico, e não pense que você consegue fugir do pote que uma sucuriju.

         Um dia quando eu estava pescando com o seu Raimundo no casco dele, estávamos pescando jaraqui nesse dia, quando de repente, eu comecei a ouvir um som quase imperceptível, parecia um assobio bem fininho. Ai, eu falei pro seu Raimundo. -É o senhor que tá assobiando seu Raimundo? -Ele imediatamente respondeu.

         -Não curumim, não se faz barulho nenhum quando se tá pescando! E cala essa tua boca grande pra não espantar os peixes! -Mas eu continuava ouvindo aquele fino assobio, fininho como quando se faz um S bem leve.

         -Seu Raimundo, mas tem sim alguma coisa assobiando bem fininho! Eu tô ouvindo, e tá vindo bem daí de perto da proa do casco! -Seu Raimundo deu um pulo do banco e gritou!

         -Puta que pariu curumim, é sucuriju isso! -Assim que ele pulou, a sucuriju deu seu bote, pulando de dentro d'água na direção do seu Raimundo. A bicha era enorme, --eu não, eu era pequena-, mas a aquela sucuriju deveria ter uns quinze metros de tamanho.

         Quando o corpo dela caiu sobre a proa do casco, o peso foi tanto, que chegou entrar muita água dentro do casco. Seu Raimundo cacetou ela várias vezes com o remo que estava em sua mão, que o remo chegou a partir no meio em duas bandas. 

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